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    Feirinha do Carrefour: há 12 anos no local, feirantes estão preocupados com possível desocupação da área

         
        Publicado em 09/03/2010 - 15:06
      Por: Graciliano Cândido
     
      Depois de 12 anos sempre no mesmo local, os comerciantes da “Feirinha do Carrefour”, como é conhecido o ponto, estão preocupados com o próprio destino de cada um. O motivo já é conhecido: o lugar não é apropriado para o tipo de atividade, e eles só permanecem por lá devido a um acordo depois de institucionalizada a Lei dos Quiosques, que deu até abril deste ano para todos se adequarem às novas normas. Mas no caso da Feirinha do Carrefour, vai de encontro à destinação da área e levantamento realizado pela nossa própria equipe, constata que os feirantes num futuro ainda não definido, deverão desocupar a área. Em troca, a Administração estuda uma nova área, ainda indefinida.



     Considerada provisória por muitos, hoje o lugar é em dia é de certa forma permanente, pois os funcionários trabalham diariamente, mas enfrentam várias dificuldades, pois não há estrutura adequada para o funcionamento do local. No espaço, não há água, energia elétrica, nem mesmo banheiros. Mas quando é preciso, recorrem o do Hipermercado.

    Com a chegada dos Residenciais de luxo na região, desde o ano passado, os feirantes ficaram preocupados em perder o espaço que serve de sustento para a família. O local está em situação precária, o único investimento feito por parte dos feirantes foi a colocação de uma cobertura para proteger os móveis do sol e da chuva. José Soares trabalha no local há doze anos e está assustado em perder o ponto que segundo ele é bastante estratégico. “Os prédios estão causando medo na gente”, afirma o vendedor.

    O feirante José Hélio completa dizendo que o local pode servir de jardim para os prédios considerados de “ricos” como ele avaliou. “Quem vai querer essa bagunça aqui?”, indagou Hélio. Ele acredita que a solução para o local seria a padronização para que o tamanho dos boxes fossem iguais e dessa forma ficassem mais organizados. O consumidor que vai até a feira não tem lugar para estacionar o carro. O veículo fica parado ao longo do meio-fio. “A gente não pode investir aqui, vivemos numa incerteza”, afirma Hélio.

    Segundo os comerciantes que vendem mesas, guarda-roupas, armários, cadeiras, diversos políticos foram ao local e prometeram muitas melhorias, apresentaram projetos, mas nada saiu do papel até hoje. O maior medo de serem transferidos do ponto é que o novo espaço pode não ter a mesma clientela. Os comerciantes exemplificaram os camelôs que foram levados para o Shopping Popular próximo a Rodoferroviária, onde atualmente não tem o mesmo faturamento de antes.

    De acordo com José Bezerra de Carvalho, presidente da Associação dos Camelôs do Carrefour Sul, a idéia de retira-los é sempre cogitada, porém, ainda não tem nada concreto. Ele diz que há projetos de definir uma área no Guará II, mas não sabe o local específico nem mesmo quando. “Mais cedo ou mais tarde vamos ter que sair”, observa Carvalho.

    Alguns feirantes pagam mensalmente taxa de ocupação pública e o Simples Candango para emissão de nota fiscal dos produtos. No entanto, levantamento realizado pela Administração constata que muitos estão inadimplentes.

    De acordo com Jânio da Silva Américo, diretor de Serviços Públicos da Administração do Guará, os feirantes devem serão removidos, porém, ainda não tem uma data prevista, nem mesmo o local previsto, confirmou apenas que será em uma área no Guará II.

    Jânio, diz que desde 2009 era para fazer essa remoção, mas com a Lei dos quiosques, essa medida foi prorrogada. “Lá não tem condições para aquele tipo de atividade”, afirma o diretor de Serviços Públicos.

    Além dos comerciantes próximos ao Carrefour Sul, a Administração do Guará já estuda um novo local que será destinado para os quiosques instalados atualmente no Pontão do Cave.

    Depois de 12 anos sempre no mesmo local, os comerciantes da “Feirinha do Carrefour”, como é conhecido o ponto, estão preocupados com o próprio destino de cada um. O motivo já é conhecido: o lugar não é apropriado para o tipo de atividade, e eles só permanecem por lá devido a um acordo depois de institucionalizada a Lei dos Quiosques, que deu até abril deste ano para todos se adequarem às novas normas. Mas no caso da Feirinha do Carrefour, vai de encontro à destinação da área e levantamento realizado pela nossa própria equipe, constata que os feirantes num futuro ainda não definido, deverão desocupar a área. Em troca, a Administração estuda uma nova área, ainda indefinida.

    Considerada provisória por muitos, hoje o lugar é em dia é de certa forma permanente, pois os funcionários trabalham diariamente, mas enfrentam várias dificuldades, pois não há estrutura adequada para o funcionamento do local. No espaço, não há água, energia elétrica, nem mesmo banheiros. Mas quando é preciso, recorrem o do Hipermercado.


    Com a chegada dos Residenciais de luxo na região, desde o ano passado, os feirantes ficaram preocupados em perder o espaço que serve de sustento para a família. O local está em situação precária, o único investimento feito por parte dos feirantes foi a colocação de uma cobertura para proteger os móveis do sol e da chuva. José Soares trabalha no local há doze anos e está assustado em perder o ponto que segundo ele é bastante estratégico. “Os prédios estão causando medo na gente”, afirma o vendedor.

    O feirante José Hélio completa dizendo que o local pode servir de jardim para os prédios considerados de “ricos” como ele avaliou. “Quem vai querer essa bagunça aqui?”, indagou Hélio. Ele acredita que a solução para o local seria a padronização para que o tamanho dos boxes fossem iguais e dessa forma ficassem mais organizados. O consumidor que vai até a feira não tem lugar para estacionar o carro. O veículo fica parado ao longo do meio-fio. “A gente não pode investir aqui, vivemos numa incerteza”, afirma Hélio.

    Segundo os comerciantes que vendem mesas, guarda-roupas, armários, cadeiras, diversos políticos foram ao local e prometeram muitas melhorias, apresentaram projetos, mas nada saiu do papel até hoje. O maior medo de serem transferidos do ponto é que o novo espaço pode não ter a mesma clientela. Os comerciantes exemplificaram os camelôs que foram levados para o Shopping Popular próximo a Rodoferroviária, onde atualmente não tem o mesmo faturamento de antes.

    De acordo com José Bezerra de Carvalho, presidente da Associação dos Camelôs do Carrefour Sul, a idéia de retira-los é sempre cogitada, porém, ainda não tem nada concreto. Ele diz que há projetos de definir uma área no Guará II, mas não sabe o local específico nem mesmo quando. “Mais cedo ou mais tarde vamos ter que sair”, observa Carvalho.

    Alguns feirantes pagam mensalmente taxa de ocupação pública e o Simples Candango para emissão de nota fiscal dos produtos. No entanto, levantamento realizado pela Administração constata que muitos estão inadimplentes.

    De acordo com Jânio da Silva Américo, diretor de Serviços Públicos da Administração do Guará, os feirantes devem serão removidos, porém, ainda não tem uma data prevista, nem mesmo o local previsto, confirmou apenas que será em uma área no Guará II.

    Jânio, diz que desde 2009 era para fazer essa remoção, mas com a Lei dos quiosques, essa medida foi prorrogada. “Lá não tem condições para aquele tipo de atividade”, afirma o diretor de Serviços Públicos.

     


    Além dos comerciantes próximos ao Carrefour Sul, a Administração do Guará já estuda um novo local que será destinado para os quiosques instalados atualmente no Pontão do Cave.
     
       
     
     
      Fonte: GuaráHOJE
     
     
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